O discurso do “facilitismo”, ou o ataque ideológico à escola pública

Contrariando o discurso de facilitismo por parte de alguns Profs trauliteiros, vale a pena ler este Post aqui publicado no Blog “Pensamento do Meio-Dia”

“O ataque aos sistemas públicos de saúde e educação tendencialmente universais e gratuitos (sim, eles são pagos, mas suportados diferencialmente por quem mais rendimentos aufere, logo, são serviços que resultam da redistribuição) é o primeiro passo no caminho para criar na opinião pública a ideia da necessidade do seu desmantelamento e da sua privatização.
Nos últimos tempos, temos assistido a uma campanha contra o serviço público de educação por parte de muitos meios de comunicação e comentadores sem o conhecimento mínimo da realidade sobre a qual discursam. O discurso do “facilitismo” do ensino público é uma estratégia óbvia para retirar a confiança das classes médias no sector, e dar a ideia que só o privado é que é de qualidade.
O ‘facilitismo’ tem sido avançado como problemático na matemática(…)

14 Respostas to “O discurso do “facilitismo”, ou o ataque ideológico à escola pública”

  1. JP Says:

    Excelente Post!
    Realmente este artigo deviria ser publicado no “Público” e no “DN” para desmascarar as tangas dos tretas dos profs e comentadores

  2. Anti-traste Says:

    G’anda posta!…
    Estão todos enganados!. Só a senhora ME é que está com a razão. E os seus adesivos.
    Até os analfabetos vão ser engenheiros, doutores, … sei lá! Peçam o diploma e não é preciso mais nada. Até pode ser por fax. No dia do diploma faz-se a entrega. Aí sim, é preciso estar presente para a fotografia.
    Guterres deixou o país “de tanga”.
    Este governo até a tanga nos quer tirar.
    Viva o sucesso! Na estatística não há quem bata este (des)governo.
    Quem vier a seguir que se …

  3. AR Says:

    Neste Blog, de gente ligada à Justiça, têm outra opinião…

    A figura da ministra

    Repescando daqui, sobre as provas de aferição em Matemática, a Associação Portuguesa de Matemática, presidida por Nuno Crato, considerou que os enunciados contêm um número exagerado de questões demasiado elementares. Mesmo com estas questões, os resultados têm sido maus.

    A este propósito, na entrevista da ministra da Educação, à SIC,( citada e transcrita aqui) no dia 18 de Junho, o entrevistador, citou aquele Nuno Crato, sobre exames de preparação, “ridiculamente simples”; citou a Associação Nacional Pais; citou Paulo Heytor Pinto, da Associação Nacional de Professores de Português, para reafirmar e perguntar à ministra da Educação, se aqueles exames não serão fáceis demais e apenas tendo o objectivo de alcançar bons resultados. O entrevistador enfatizou o facto de aqueles serem fontes credíveis.

    Resposta da ministra:

    Com certeza, são as fontes credíveis para si. Para mim, fonte credível é o Ministério da Educação e o instituto que promove a realização dos exames e que o faz com todo o rigor e com todas as exigências. É muito fácil…

    E não saiu dali, dessa profissão de fé, nos técnicos do GAVE e do Ministério da Educação, como entidades supremas, da aferição da qualidade em exames no ensino. Sem paralelo na sociedade civil e fruto de profunda competência e sabedoria infusa, nos compêndios publicados. Com os resultados que se conhecem…

    Reafirmou depois, sobre o seu particular critério de qualidade, os conhecimentos de estatística, assim:

    Que o nível de complexidade de uma prova tem técnicas para ser avaliada. Não é a sua opinião, a opinião dessas pessoas ou a minha. O que conta, um dos principais indicadores que se usa, usam-se técnicas estatísticas para avaliar o nível de complexidade e uma das medidas mais simples é a curva de distribuição dos resultados. E quando apenas 5% dos alunos conseguem completar a totalidade de uma prova com êxito, isso diz tudo – ou diz alguma coisa – sobre a complexidade de uma prova. Foi o que aconteceu com todas estas que estão a ser feitas. As provas são calibradas e ajustadas ao nível de exigência daquilo que é o programa. Não é o nível de exigência que o Sr tem na cabeça ou que algum desses peritos tem na cabeça. É o nível de exigência do programa e isso é que é feito. Com todo o rigor e com toda a exigência.

    Já sabíamos da especial apetência desta ministra para a estatística benevolente. Parece que aprendeu os segredos alquímicos da coisa, nos cursos do ISCTE, com doutoramento sumativo.

    O que espanta nisto tudo, é saber que Maria de Lurdes Rodrigues, terá sido professora do ensino primário, tirocinando curso de Magistério, no tempo em que este equivalia a uma boa licenciatura de Politécnico, com doutoramento summa cum laude e, mesmo assim, ter do ensino básico e secundário, uma ideia tão estatística que aflige.

    Por outro lado, sem espanto, verificamos o desprezo, perante opiniões que não provenham do viveiro da verdade oficial, do director do GAVE ou de outros alfobres.

    Ainda assim, a olímpica superioridade de um convencimento de que o ensino está a melhorar a olhos vistos, só por um embotado autismo se compreende.

    Neste caso, temos uma opinião de ministra. Científica e baseada em critérios estatísticos, sem ponta de empirismo. Pecha que, aliás, atira àqueles, como lama de incompetência para maledicentes profissionais.

    Nesta pequena entrevista, o que choca não é apenas a figura em si. É a verdadeira figuração que se adivinha e que é tomada a sério, com todo o peso de um Estado que se desacredita a olhos vistos.

    Não me lembro de nenhum ministro da Educação tão medíocre e tão perigoso.

    in Grande Loja do Queijo Limiano:
    http://grandelojadoqueijolimiano.blogspot.com/2008/06/figura-da-ministra.html

  4. JP Says:

    AR
    O Blog “ Grande Loja do Queijo Limiano “ serve de referência para alguém da esquerda?
    Tal como as opiniões do Paulo Portas não serve de referência para nada!

  5. MLuisa Says:

    A propósito do Blog “Limiano”, porque será que Medina Carreira que é um seu contributor, que está para a Economia como Santana Castilho para a Educação , não são referência nem para a esquerda nem para direita?
    Deve ser por eles serem muito “espertos” e todos os outros serem burros

  6. AR Says:

    Limiano?

    Está verde, não presta…

  7. AR Says:

    E o Nuno Crato, é um perigoso direitista (com a Sociedade Portuguesa de Matemática a fazer de Mocidade Portuguesa)? E as Associações de Pais, são de estrema esquerda? E a Sociedade Portuguesa de Física? E a Associação Nacional de Professores de Português?

    Se puderem leiam os exames, comparem com os do ano passado e, sobretudo, tentem saber quais são os critérios de correcção. Um exemplo: hoje, na reunião distrital (de uma cidade do Centro do país) dos correctores do Exame de 11º Ano de Biologia e Geologia, os professores não sabiam se deviam rir ou chorar, perante a nova mudança de critérios de correcção, que aceita tudo e não tem nenhum rigor científico….

  8. Fernando Martins Says:

    Do Blog de Ciência De Rerum Natura, fiquem com o post do Professor Doutor Carlos Fiolhais, para que não restem dúvidas as iluminado e fanáticos:

    Exames fáceis?

    Depoimento que prestei ao “Jornal de Leiria”, que me perguntou se concordava que os exames estavam cada vez mais fáceis:

    Os professores e os pais convergem na opinião de que há um esvaziamento dos exames nacionais. Quanto aos alunos, basta ver o que dizem na TV à saída das provas. Eu fui ver alguns exames deste ano e parece-me que alguém anda a brincar com o esforço de professores e alunos. Teme-se o pior: pelo caminho que as coisas levam, qualquer dia o exame de Portumática do 9º ano – uma só prova para ser mais fácil – será escrever a palavra “batata”, dizer se é nome ou substantivo (a ver se sabe as TLEBS), contar o número total de letras dessa palavra e, finalmente, traçar uma circunferência à volta do resultado. Claro que vai ter a cotação toda um aluno que conte três, pois contou correctamente sílabas em vez de letras, e que desenhe um quadrado em vez de uma circunferência, pois também é uma figura geométrica. Seria cómico se não fosse trágico!”

  9. Fernando Martins Says:

    Do mesmo Blog (De Rerum Natura) outro post da Doutora Helena Damião:

    “Basta de exames fáceis, dizem eles!

    Nas entrevistas que se fazem aos alunos à saída dos exames nacionais, sejam elas para a televisão ou para os jornais, ressalta uma coisa surpreendente: a maioria, não arriscando escrever a esmagadora maioria, acha-os fáceis ou muito fáceis; e, mesmo, os que reconhecem não ter estudado ou ter estudado pouco, acham-nos acessíveis.

    Este estranho “fenómeno” pode ter inúmeras explicações mais ou menos delirantes: uma é que, sem se darem conta, os jornalistas escolhem os alunos mais aplicados e conscientes; outra é que os alunos estudam muitíssimo e conseguem aceder a um grau de excelência que sustenta a confiança que evidenciam; outra é que o seu optimismo aumenta na mesma proporção do pessimismo dos professores…

    Há outra explicação em que algumas associações de professores e especialistas teimam: os exames são, de facto, fáceis. Melhor: são cada vez mais fáceis. E porquê? Para se obterem resultados “agradáveis” e, assim, acreditarmos que a qualidade do nosso sistema de ensino melhora, quando, na verdade, piora. Eu própria, sempre que analiso um exame nacional, tendo a corroborá-la. Mas a tutela desmente-a sistematica e veementemente, alegando que provém de vozes suspeitas, que denotam má vontade, vozes que procuram uma conspiração onde reina a transparência. É certo que os argumentos de que a tutela se socorre não constam da docimologia (estranha palavra que significa estudo dos exames), mas admito que pode guiar-se por outra lógica, ainda que não vislumbre qual. Devo assinalar que este cenário não é exclusivo do nosso país, está bem identificado e caracterizado na literatura internacional.

    O que eu de maneira alguma esperava e, certamente, a tutela também não, era que os próprios alunos adoptassem a última explicação que referi e, mais, dissessem “basta”. Pelo que ouvi a vários entrevistados, não querem exames que defraudem as suas expectativas; querem exames que meçam o que efectivamente estudam.

    Considerando que nos documentos macro-curriculares se frisa a importância de se atender às necessidades, motivações e interesses dos alunos, talvez seja legítimo concretizar esse propósito e rever a exigência dos exames nacionais, como eles, afinal, solicitam.”

  10. Fernando Martins Says:

    E ainda do mesmo Blog (De Rerum Natura) o filósofo Desidério colocou o seguinte texto (parte a negrito da minha responsabilidade):

    “Em defesa dos exames

    O professor Carlos Corrêa publicou hoje um interessante artigo no Ciência Hoje sobre a necessidade de exames, no qual refere o meu artigo “Exames nacionais e sucesso escolar no ensino básico e secundário” sobre o tema. Agradeço a amável referência e parece-me que Carlos tem uma proposta bastante sensata: dissociar a transição de ano da obtenção de classificações. Assim, um aluno poderia transitar de ano com notas negativas, mas o seu diploma reflectiria evidentemente esse facto, dizendo algo como “Aprovado administrativamente” ou “Aprovado sem rendimento”. Parece-me que esta medida teria a vantagem, referida pelo Carlos, de fazer ver a pais e alunos que o que realmente conta não é transitar de ano, mas saber; e os exames nacionais, rigorosos, seriam a medida tão objectiva quanto possível de pais e alunos saberem quanto sabem ou não sabem. Ao mesmo tempo, os palermas do governo actual e seu Ministério da Educação poderiam dizer à OCDE que em Portugal a percentagem de retenções é ZERO.”

  11. Maria Helena Says:

    Até os ditos “defensores” da Escola Pública tentam rebater o Post do Blog” Pensamento do Meio-Dia” mas não conseguem! Por isso servem-se de opiniões de gente que se está nas tintas para a Escola Pública…

  12. Fernando Martins Says:

    Cara Maria Helena:
    O post em si do Blog “Pensamento do Meio-Dia” enferma de alguns erros:

    1. O discurso anti-facilitista não é contra a Escola Pública, é em defesa desta. Não são as pessoas que o proferem que estão a ferir de morte a Escola Pública, mas sim quem decidiu dar ordens ao GAVE para simplificar os exames e os critérios de correcção dos mesmos – e você sabe de que senhora estou a falar…

    2. Os malabarismos estatísticos nele apresentados poderiam levar à conclusão de que os alunos nunca reprovassem chegavam ao 10º Ano e sabiam o mesmo que os que obtêm excelentes valores nos testes PISA, o que não é verdade. Se não houvesse reprovações as aulas teriam alunos muito fracos e implicariam baixar o grau de exigência nivelando tudo por baixo. O resultado final seria o mesmo da actualidade – valores PISA baixos…

    3. Eu sou professor público e não acho correcto que se finja defender a Escola Pública de forma desonesta e trapalhona, baixando o grau de dificuldade dos exames, como aconteceu este ano. Não contentes com isso, nos critérios de correcção obrigam os professores a corrigir de forma leviana, inconsequente e mentirosa.

    4. Se querem defender a Escola Pública, permitam as professores ensinar em vez de os usarem para alimentar a burocracia do Ministério, para servirem de ama-seca e companheiros de brincadeira às crianças e outras dezenas de coisas a que os docentes são hoje obrigados na Escola Pública.

    5. o problema dos “alunos mais fraquinhos” não é a reprovação, que é necessária para separar os bons e excelentes dos outros. É o facto de a estas o Ministério da Educação dar poucas possibilidades: a generalização de cursos tecnológicos é pequena e quando existem não estão devidamente apetrechados, os PIEF’s são caros e o Ministério não quer investir o suficiente neles e os currículos alternativos implicam horas para reunião dos docentes que levam a que haja poucos.

    E, já agora, leu algum dos exames e comparou com estes com os do ano passado? Já reparou que uma pergunta fácil do teste de 6º Ano de Matemática é quase igual a outra pergunta do ano passado, mas dado no teste do 4º Ano? E que aquela senhora muito simpática da DREN não quer professores que dão notas “distantes da média” a classificar exames? Porque será?

  13. AR Says:

    Notícia do Expresso, esse perigoso jornal que raramente está de acordo com o Governo e que tem um dono que não gosta nada de fazer negócios com o “Engenheiro” Sócrates:

    “Até um aluno da Primária responde ao exame do 9º”…

    Vergonhoso…

  14. AR Says:

    Ainda um post do Blog de especialistas e cientistas De Rerum Natura:

    Exame sem erros, porém erróneos

    Recapitulemos a questão mais polémica em torno dos exames nacionais recentemente realizados: políticos, associações científicas, especialistas, professores, encarregados de educação, e até alunos consideram-nos descaradamente acessíveis. A comunicação social interessou-se pelo assunto e deu-lhe destaque. Num debate ocorrido na RTP.N, registei a posição do Director do Gabinete de Avaliação Educacional: peritos indicados pela Sociedade Portuguesa de Matemática (S.P.M.) auditaram as provas de matemática antes da sua aplicação, pelo que as actuais críticas dessa Sociedade ao grau de dificuldade das mesmas são, no mínimo, caricatas. O representante da S.P.M. presente no debate, Filipe Oliveira, sublinhou que erros científicos e grau de dificuldade são coisas distintas. Demonstrou ainda – lendo o ofício enviado pelo Gabinete de Avaliação Educacional (G.A.V.E.) requerendo a peritagem – que aos especialistas da S.P.M. apenas foi solicitado que auditassem o primeiro aspecto.

    Concentremo-nos então na seguinte interrogação: será possível que uma prova esteja correcta cientificamente mas apresente um grau de dificuldade errado? Indo mais longe, o grau de dificuldade que se imprime a uma prova de exame pode estar certo ou errado?

    De modo propedêutico a este texto, publiquei neste blogue outro, onde afirmei que uma das funções da avaliação das aprendizagens é a função social, cujo fim é classificar como forma de prestar contas da eficácia do sistema de ensino à sociedade e de tomar decisões relativamente aos alunos e/ou ao próprio sistema de ensino. Esta avaliação, com carácter sumativo, tem como principal missão diferenciar os alunos, com base nas suas aquisições académicas.

    Ora bem: sem subterfúgios, é preciso reconhecer-se que os exames nacionais que agitam a sociedade portuguesa, estão nesta categoria. Estando nesta categoria, e não noutra, a sua técnica de construção tem de ser consequente.

    Trata-se de uma técnica simples que passo a explicar, muito resumidamente.

    Sistematizam-se os conteúdos e as competências constantes dos documentos curriculares, tomando em consideração a importância atribuída a uns e a outras. Para tanto, deve usar-se uma tabela de dupla entrada que permite conjugar estes dois aspectos e, assim, determinar com maior precisão o tipo e o número de perguntas mais adequadas para a sua medição.

    Posto isto, decide-se o grau de dificuldade das perguntas, de modo a discriminar a aprendizagem dos alunos. Num exame devem, pois, constar perguntas de dificuldade mínima, pouco exigentes do ponto de vista conteúdos/competências, às quais, em princípio, a grande maioria dos alunos responde correctamente, até perguntas de dificuldade superior, muito exigentes do ponto de vista conteúdos/competências, às quais, em princípio, só uma minoria dos alunos responde correctamente. Entre estes dois pólos formulam-se perguntas de dificuldade intermédia.

    A ideia é avaliar “o que os alunos aprenderam” (conteúdos), “para que aprenderam” (competências) e a “profundidade com que aprenderam”.

    Aceito, como referem diversas entidades do Ministério da Educação, que os especialistas do G.A.V.E, responsáveis pela elaboração os exames nacionais, dominem tal técnica, ainda que, por vezes isso não pareça claro. Há, contudo, um outro aspecto que lhe dá sentido e que na discussão em causa é crucial: como todas as técnicas, também esta é subordinada às opções de quem avalia. Efectivamente, em cada processo de avaliação, é preciso decidir o critério de rigor/diferenciação que se pretende obter. Critério de rigor/diferenciação que se consubstancia na proporção de perguntas de dificuldade mínima, média e superior que se introduz numa prova de exame. E, neste caso, é a Tutela que toma a decisão.

    Então, o que devemos questionar, neste passo, é se é ou não um erro tal decisão ter recaído num critério de rigor/diferenciação mínimo; ou, se formos condescendentes, ter contemplado um critério de rigor/diferenciação médio; mas provavelmente ter excluído um critério de rigor/diferenciação superior.

    Entendo que sim, que é um erro. E entendo mais: que é um erro muito grave. Poderia aduzir diversas razões para justificar a minha opinião, mas entendo que uma só é bastante por prevalecer em relação a outras: perverteu-se e dissimulou-se o objectivo dos exames nacionais, que é, relembro, distribuir os alunos numa escala pré-convencionada por referência a uma norma (de conteúdos e competências), como forma de perceber quem chegou a que patamares de aprendizagem.

    Se, como país, entendermos que isso não interessa, tenhamos a coragem de dispensar este tipo de avaliação. Atitude que, apesar de errada, é menos errada do que aquela a que temos assistido.”

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