Se eu tivesse tido uns tirinhos no telhado ninguém falava da segurança policial que mantive depois de ter deixado de ser 1º Ministro…

Será que Santana Lopes depois destes tirinhos  por “brincadeira” ou supostamente para “atemorizar” Sócrates, vai querer reforçar a sua segurança que até há pouco tempo mantinha, mesmo não sendo já nada, se é que alguma vez foi alguma coisa…?

7 Respostas to “Se eu tivesse tido uns tirinhos no telhado ninguém falava da segurança policial que mantive depois de ter deixado de ser 1º Ministro…”

  1. Anti-traste Says:

    A sério ou por brincadeira, actos destes não são admissíveis num Estado de Direito.
    Espero que se concretize o que prometeu o ministro da presidência: os responsáveis sejam chamados às suas responsabilidades.
    E que o mesmo seja feito quando acontecem atentados aos direitos do Zé anónimo.

  2. AR Says:

    No Blog “De Rerum Natura”:

    Exame sem erros, porém erróneos

    Recapitulemos a questão mais polémica em torno dos exames nacionais recentemente realizados: políticos, associações científicas, especialistas, professores, encarregados de educação, e até alunos consideram-nos descaradamente acessíveis. A comunicação social interessou-se pelo assunto e deu-lhe destaque. Num debate ocorrido na RTP.N, registei a posição do Director do Gabinete de Avaliação Educacional: peritos indicados pela Sociedade Portuguesa de Matemática (S.P.M.) auditaram as provas de matemática antes da sua aplicação, pelo que as actuais críticas dessa Sociedade ao grau de dificuldade das mesmas são, no mínimo, caricatas. O representante da S.P.M. presente no debate, Filipe Oliveira, sublinhou que erros científicos e grau de dificuldade são coisas distintas. Demonstrou ainda – lendo o ofício enviado pelo Gabinete de Avaliação Educacional (G.A.V.E.) requerendo a peritagem – que aos especialistas da S.P.M. apenas foi solicitado que auditassem o primeiro aspecto.

    Concentremo-nos então na seguinte interrogação: será possível que uma prova esteja correcta cientificamente mas apresente um grau de dificuldade errado? Indo mais longe, o grau de dificuldade que se imprime a uma prova de exame pode estar certo ou errado?

    De modo propedêutico a este texto, publiquei neste blogue outro, onde afirmei que uma das funções da avaliação das aprendizagens é a função social, cujo fim é classificar como forma de prestar contas da eficácia do sistema de ensino à sociedade e de tomar decisões relativamente aos alunos e/ou ao próprio sistema de ensino. Esta avaliação, com carácter sumativo, tem como principal missão diferenciar os alunos, com base nas suas aquisições académicas.

    Ora bem: sem subterfúgios, é preciso reconhecer-se que os exames nacionais que agitam a sociedade portuguesa, estão nesta categoria. Estando nesta categoria, e não noutra, a sua técnica de construção tem de ser consequente.

    Trata-se de uma técnica simples que passo a explicar, muito resumidamente.

    Sistematizam-se os conteúdos e as competências constantes dos documentos curriculares, tomando em consideração a importância atribuída a uns e a outras. Para tanto, deve usar-se uma tabela de dupla entrada que permite conjugar estes dois aspectos e, assim, determinar com maior precisão o tipo e o número de perguntas mais adequadas para a sua medição.

    Posto isto, decide-se o grau de dificuldade das perguntas, de modo a discriminar a aprendizagem dos alunos. Num exame devem, pois, constar perguntas de dificuldade mínima, pouco exigentes do ponto de vista conteúdos/competências, às quais, em princípio, a grande maioria dos alunos responde correctamente, até perguntas de dificuldade superior, muito exigentes do ponto de vista conteúdos/competências, às quais, em princípio, só uma minoria dos alunos responde correctamente. Entre estes dois pólos formulam-se perguntas de dificuldade intermédia.

    A ideia é avaliar “o que os alunos aprenderam” (conteúdos), “para que aprenderam” (competências) e a “profundidade com que aprenderam”.

    Aceito, como referem diversas entidades do Ministério da Educação, que os especialistas do G.A.V.E, responsáveis pela elaboração os exames nacionais, dominem tal técnica, ainda que, por vezes isso não pareça claro. Há, contudo, um outro aspecto que lhe dá sentido e que na discussão em causa é crucial: como todas as técnicas, também esta é subordinada às opções de quem avalia. Efectivamente, em cada processo de avaliação, é preciso decidir o critério de rigor/diferenciação que se pretende obter. Critério de rigor/diferenciação que se consubstancia na proporção de perguntas de dificuldade mínima, média e superior que se introduz numa prova de exame. E, neste caso, é a Tutela que toma a decisão.

    Então, o que devemos questionar, neste passo, é se é ou não um erro tal decisão ter recaído num critério de rigor/diferenciação mínimo; ou, se formos condescendentes, ter contemplado um critério de rigor/diferenciação médio; mas provavelmente ter excluído um critério de rigor/diferenciação superior.

    Entendo que sim, que é um erro. E entendo mais: que é um erro muito grave. Poderia aduzir diversas razões para justificar a minha opinião, mas entendo que uma só é bastante por prevalecer em relação a outras: perverteu-se e dissimulou-se o objectivo dos exames nacionais, que é, relembro, distribuir os alunos numa escala pré-convencionada por referência a uma norma (de conteúdos e competências), como forma de perceber quem chegou a que patamares de aprendizagem.

    Se, como país, entendermos que isso não interessa, tenhamos a coragem de dispensar este tipo de avaliação. Atitude que, apesar de errada, é menos errada do que aquela a que temos assistido.

  3. Joe Roderix Says:

    Não percebi.
    Os tiros foram mal avaliados e o atirador deve ser chumbado?
    Os tiros foram mal disparados mas, mesmo assim, dois acertaram?
    Dois em seis é pouco?
    Não percebo.

  4. Anti-traste Says:

    Apesar de não gostar da figura, já agora corrijam o que o homem disse:
    ele disse “(…) não tive(…)” e não “(…) mantive(…)”.
    Primeiro a verdade…

  5. Paulo Costa Says:

    Ó Traste, a principal característica dos trastes é serem uns demagogos mentirosos e tu para não fugires à regra também tinhas de ser!
    Este veio publicado no “Público” quando foi levantada a questão da segurança do Santa Lopes

    (…)Pedro Santana Lopes dispõe de guarda-costas cedido pelo Corpo de Segurança Pessoal (CSP) da PSP desde que deixou de ser primeiro-ministro, como já antes dispunha quando era presidente da Câmara de Lisboa. Apesar de não haver uma lei que o preveja e de o próprio não o ter pedido, “tem sido norma a atribuição de elementos deste Corpo de Segurança [aos antigos primeiros-ministros] quando não existe recusa por parte destes”, explica o gabinete de Relações Públicas da PSP.

    A presença do segurança tornou-se mais visível quando foi eleito líder do grupo parlamentar do PSD. O agente segue-o para todo o lado, inclusive dentro do Parlamento, onde passa horas à porta da direcção da bancada “laranja”, enquanto o seu “protegido” está no gabinete ou no plenário. “Será que ele tem medo de nós?”, questionam alguns deputados do seu partido, incomodados. (…)

    Por isso os comentários de jornais que vais buscar para sustentar a tua demência, tu deturpas ao teu belo prazer….
    Traste, Traste. És mesmo um Traste!

  6. Anti-traste Says:

    Valeu a pena.
    Vejo que conheces muito bem os meandors dos corredores políticos.
    Por isso te empenhas tanto na propagando. Vai esclarecendo um pouco mais as mordomias destes políticos que são pagas com os nossos impostos.
    A propósito: também tens segurança paga com os impostos que eu pago?
    Abraços.

  7. Anti-traste Says:

    Alguns comentários dos últimos dias fazem-me lembrar uma anedota que me contaram há algum tempo:
    «Uma mulher vai num carro pela estrada…
    Um homem vai conduzindo pela mesma estrada, porém no sentido contrário.
    Quando se cruzam, a mulher baixa a janela e grita: BURROOO!!!
    O homem imediatamente lhe responde: PUUT…..!!!
    Ambos continuam seus caminhos, o homem especialmente satisfeito com sua agilidade na réplica.
    Mas, na primeira curva da estrada … embate num burro que lhe entra pelo pára-brisas dentro.
    Moral da história:
    “Os homens nunca entendem o que as mulheres querem dizer.” »
    Felicidades!…

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