Solidariedade hipócrita com o Zé dos principais grupos profissionais…

João César das Neves não é um Economista nem de perto nem de longe, próximo do PS, mas vale pena reflectir sobre o que ele escreveu num artigo de opinião no passado dia 14 de Julho no DN:

«…Portugal tem um grave problema que o Governo prometeu resolver. Os principais grupos profissionais, que dão excelentes contributos ao País, ganharam nos finais do século passado um excesso de peso financeiro que asfixia a sociedade.

Quer o défice orçamental quer a estagnação da economia estão ligados a esta questão. É preciso reduzir as regalias e remunerações dessas corporações…»

«…Portugal não conseguirá enfrentar os desafios da globalização e relançar o desenvolvimento enquanto não lidar com este desequilíbrio interno. Não se trata de oprimir médicos, professores, juízes, funcionários ou polícias, mas de alinhar os seus benefícios com os respectivos contributos para o bem comum. As regalias de que gozam podem ser desejáveis em abstracto, mas ainda não são sustentáveis. Se o aparelho económico ceder debaixo do seu peso, todo o sistema colapsa. Neste momento ainda não cai, mas geme sem conseguir crescer. O próprio interesse dessas corporações exige um equilíbrio realista.»

6 Respostas to “Solidariedade hipócrita com o Zé dos principais grupos profissionais…”

  1. albino mau Says:

    É mesmo isso! Solidariedade hipócrita!

  2. Paulo Costa Says:

    Certamente este artigo não irá agradar a muita gente, em especial aos Profs

  3. anti-socialistas-da-treta Says:

    «João César das Neves não é um Economista nem de perto nem de longe, próximo do PS»

    Deste PS, sócretino e neoliberal, está mais próximo do que os idiotas úteis pensam. Mas não deixa de ser caricato ver os idiotas úteis citarem constantemente neoliberais como os cèsares das neves, os joões mirandas, etc, em defesa do seu governo «socialista» e de «esquerda» moderna. Será que eles se apercebem do ridículo?! Estou em crer que não, ou não fossem eles idiotas úteis.
    Sendo a distinção entre sócretinos e neoliberais quase inexistente, percebe-se que os acessores e estrategas deste partido ideologicamente vazio, submisso ao poder económico e povoado de tachistas (como os Coelhones e os Varas) se veja na necessidade de encontrar «causas» (como os direitos dos homossexuais, a despenalização das drogas e o aborto) que distingam a «esquerda» moderna da direita de sempre, por forma a iludir e enganar os idiotas úteis (o que não é dificil, como se vê). Estes ficam assim convencidos que os joões (mirandas e das neves) são imparciais e objectivos nos seus elogios à orientação económica dos sócretinos. Idiotas úteis uma vez, idiotas úteis sempre….

  4. JP Says:

    Idiota inútil anti-socialistas-da-treta
    Tu escreves, escreves, mas não se aproveita nada!
    Ainda não foste capaz de explicar como é que os teus camaradas comunas resolveriam os problemas deste País.
    Percebo que não expliques nada, porque na tua cassete, propostas para a resolução desta problemas não consta lá, ou então não queres que te qualifiquem ainda mais ridículo do que já és…

  5. anti-socialistas-da-treta Says:

    Ó idiota útil, eu, ao contrário de ti, até consigo aproveitar algo do teu comentário. E isso é a expressão »anti-socialistas-da-treta».

  6. Anti-traste Says:

    JP, não regridas dos progressos feitos.
    Serena.
    JCN vai falando de acordo com a corrente do poder.
    Economista, frequentemente tem um discurso demagógico e fala do que não conhece ou conhece mal.
    Se os políticos que temos agem assim, não estranho que outros lhes sigam as pisadas.
    Disse: “JCN vai falando de acordo com a corrente do poder.”
    Vejamos: Aqui ao lado, em Espanha, o governo de Zapatero (de quem não gosto só porque, como Sócrates, usou da mentira para chegar ao poder) publicou uma lei determinando o congelamento das remunerações e pensões dos altos cargos da administração pública, incluindo ministros e secretários de estado, e administradores das empresas públicas, pelo período de dois anos. Esta medida não se aplica aos restantes funcionários públicos.
    JCN, homem bem informado como deveria ser, nunca se lembrou de tocar nos “privilégios” a esse nível.
    O exemplo deve vir de cima.
    Terá algum preconceito?
    É que, em Portugal, esse exemplo não abona nada em favor de quem exerce esses cargos.
    Um abraço ao JP, meu estimado contrincante.

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