Steve Ballmer e o “Magalhães”

Os docentes do dizer mal e detractores do “Magalhães”, devem estranhar Steve Ballmer ter dado por ele como oportunidade de negócio internacional.

«Este é um passo de avanço de Portugal como fornecedor internacional» deste tipo de computador portátil que tem, a partir de agora, um novo software que será produzido em Portugal através de uma parceria com a Intel, afirmou Steve Ballmer na cerimónia de assinatura com o governo português de um memorando para a internacionalização do computador Magalhães….»

13 Respostas to “Steve Ballmer e o “Magalhães””

  1. Júlio Redondo Says:

    A mim se me pagassem 250 milhões de euros também dizia maravilhas de qualquer coisa…

  2. JP Says:

    Júlio Redondo, tu não és redondo mas sim quadrado, mas como deves ser um daqueles profs ressabiados que utiliza a mentira para mostrar que tem razão!
    Essa tua afirmação é MENTIRA, o estado neste contrato não vai gastar um tostão como contrapartida mas sim receber.
    Deves ser um daqueles profs que nos habituaram a mostrar um “grande” sentido critico, para esconder a sua incompetência profissional, por isso atacam o “Magalhães” !!!

  3. Fernando Martins Says:

    O Steve Ballmer veio cá para dar coisas…? E não recebe nada, nadinha, eu seja cego…?

    Fantástico!

  4. Fernando Nabais Says:

    Caríssimo JP

    O senhor é um portento na arte de argumentar, para além de dominar a tal ponto a língua portuguesa que dispensa acentuação e sintaxe.
    Pelo que percebi, de cada vez que alguém discordar de si ou do partido que serve, passará a entrar na categoria “um daqueles profs”. Digamos que é redutor, no mínimo.
    Contrapartidas haverá sempre e traduzir-se-ão sempre, directa ou indirectamente, em dinheiro.
    Independentemente de tudo, adoro o conteúdo do último parágrafo: uma das maneiras de um professor (“um daqueles profs”, lá está) “esconder a sua incompetência profissional” (fez bem em especificar, não fôssemos pensar noutra incompetência qualquer) é… dizer mal do “Magalhães”. Ficamos, então, avisados: Fulano está a dizer mal do “Magalhães”? É um prof a tentar esconder a sua incompetência. Solução para, pelo menos, parecer competente: elogiar o “Magalhães”. Pode-se, ainda, rebolar e dar a pata, sempre que o Sócrates mandar.

  5. JP Says:

    Os profs quando não tem argumentação, validam-na apontando problemas de sintaxe e ortografia a todos aqueles que desmontam os disparates que escrevem, alias pouco coincidentes com o seu hipotético estatuto, por isso relevam as correcções como se fosse uma garantia de qualidade argumentativa…

  6. Fernando Nabais Says:

    Caríssimo JP

    Como era de esperar, não quis responder aos argumentos que utilizei. É certo que também não esperava outra coisa.
    O conteúdo do que escreve é muito mais fraco do que a forma, o que é difícil. A minha argumentação não tem como base as deficiências da sua escrita.
    O senhor não tem capacidade para desmontar nada. Limita-se a montar a onda “socialista” e a permitir que outros pensem por si.
    Lamento ter perdido tempo consigo. A culpa é só minha.

  7. Fernando Martins Says:

    Caro JP:

    Para além de corrigir os erros e afins, os professores colocam aqui as suas críticas e explicam, às vezes demasiado ao pormenor, o porquê dessas cróticas. Por vezes até apontam caminhos diferentes…

    Se quer perceber melhor esta aldrabice do Magallanes, basta ir a um post anterior (https://antifalsospedagogos.wordpress.com/2008/09/28/viva-o-magalhaes/#comments), que eu lá expliquei ao pormenor o porque de muitas críticas.

  8. JP Says:

    O comentário do Fernando Nabais só reforça a minha razão!
    Quanto ao Fernando Martins direccionar-me para um outro comentário seu, cheio de imprecisões e aleivosias de alguém que pretende com comentários redondos tentar impressionar, aqueles que não estão dentro do assunto, com sua hipotética sapiência…
    Mas o argumento de falta de abertura de um concurso público, é bem revelador da ignorância do comentador relativamente ao projecto.
    Só estou à espera que o Fernando Martins no próximo comentário, aproveite a pseudo “investigação” da “Rádio Renascença ” para falar do processo em tribunal da JP Sá Couto S.A..

  9. Fernando Martins Says:

    Caro JP:

    Quer que reproduza aqui o último comentário atrás citado, a que ninguém respondeu? Critiquei o modelo e conceito associado ao Magalhães, disse onde falhava e apontei um modelo alternativo? O que queria mais…?

    Quanto aos problemas na Justiça de empresas ou de particulares, não estou particularmente interessado, mesmo que sejam empresas que ganham milhões à custa aldrabices – os Tribunais que os julguem. E como foi você que falou nisso, fale ao tretas para o abordar aqui…

  10. albino mau Says:

    Para acabar com as asneiradas que se tem dito por aqui, leiam isto que foi publicado no DN

    «A empresa que, em consórcio com a Prológica, desenvolveu o projecto do pequeno computador, com processador da Intel, tem contado com o apoio do Governo português, quer para o lançamento do novo equipamento, quer para a sua venda no estrangeiro. O lançamento do Magalhães foi feito no âmbito da apresentação iniciativa Magalhães, numa cerimónia que contou com a presença do primeiro-ministro português. A JP Sá Couto tem assegurada a venda de 500 mil unidades do Magalhães para o programa E-Escolinha. e o Governo abriu portas para que a empresa pudesse, há pouco mais de uma semana ter assinado um contrato com o Governo venezuelano para a venda de um milhão de computadores aquele país.
    Apesar disto, a empresa não tem nenhuma relação contratual com o Governo português. A relação contratual para a venda dos computadores para o programa E-escolinha é com as operadoras, Optimus, Vodafone e TMN, assegura João Paulo Sá Couto, bem como fonte oficial do Ministério das Obras Públicas e telecomunicações.»

    http://dn.sapo.pt/2008/10/08/economia/jp_couto_informou_governo.html

  11. Fernando Martins Says:

    Caro albino:

    Isso das asneiradas é uma reprimenda ao JP, que foi a única pessoa a falar disso aqui?

    E se “a empresa não tem nenhuma relação contratual com o Governo português” o que andam a fazer o nosso Primeiro Ministro, Ministros, Secretários de Estado e afins a fazer na “divulgação” do Magalhães?

  12. JP Says:

    Fernando Martins, muita gosta de dizer que o piso está seco, mesmo depois você de ter metido água!
    E continua a meter!!!!!

  13. Fernando Martins Says:

    Porra que és burro – será que tenho de fazer um desenho para perceberes tudo?

    Queres mesmo que republique aqui o que disse antes? Ou o que muita gente, desde professores universitários a militantes socialistas com currículo, disseram desta fraude chamada Magalhães?

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