Cinco razões para a manifestação de Professores em 15 de Novembro

Unidos pela dignificação da carreira docente !

Lamenta-se que só ao fim de 30 anos é que tiveram necessidade de apelar à dignificação da carreira.

Contra um sistema de avaliação burocrática e pedagogicamente ineficaz!

Concordo que a anterior avaliação de burocrática não tinha nada, e para os professores naturalmente que era pedagogicamente eficaz, pois todos subiam na carreira quer fossem competentes e dedicados ou incompetentes e “baldas”.

Queremos ter tempo para ensinar os nossos alunos!

Vale mais tarde que nunca, pois já lá vai o tempo que faltavam quando lhes apetecia, a carga horária era função do tempo de serviço, e até se davam ao luxo de terem horários de 4 dias de componente lectiva e 1 de folga, para alem do fim de semana

Queremos continuar a ser professores!

Mas de preferência sem termos de ser avaliados ou então retornarmos ao anterior esquema de “avaliação”, para não falarmos nos destacamentos…

Pela defesa da Escola Pública !

Sem prolongamento de horário, sem aulas de substituição, sem Escolas encerradas com poucos alunos, sem autonomia e com os pais só na escola, quando forem chamados, mas de preferência que não apareçam, para assim continuarem a ser os nossos “bodes expiatórios”..

Os alunos que tiverem dificuldades, e em defesa da Escola Pública, estamos disponíveis para lhe darmos explicações com um bom preço à hora!

9 Respostas to “Cinco razões para a manifestação de Professores em 15 de Novembro”

  1. albinomau Says:

    Em cheio!!!!

  2. fernando Says:

    É admirável a objectividade, o rigor e a imparcialidade do anti-tretas. Que o país esteja na situação em que está, sabendo que entre nós, portugueses, existe gente tão sagaz e clarividente como o ou autor(es) do anti-tretas é um mistério!!!!!

  3. anti-tretas Says:

    Agrada-me bastante que os Almocreves que passam por aqui, só tenham argumentos para a forma e não para o conteúdo, é sinal que vale pena continuar a desmascará-los…
    O estranho é eles estarem mais preocupados com as Novas Oportunidades do que o aproveitamento dos seus alunos, mas como eles têm consciência das suas limitações, é preferível falarem daquilo que não estão envolvidos, do que aquilo que efectivamente conta para a sua avaliação.
    Já agora Almocreve, olhe que eu não conto para a sua avaliação de desempenho, por isso seria bom canalizar o seu tempo para os seus alunos. Mas se achar que assim compensa as suas limitações profissionais, continue a dispor à vontade que eu vou tomando nota…
    Como os seus comentários são directamente dirigidos a mim e não têm nada a ver com o conteúdo dos Posts, não vale pena publica-los, mas prometo que quando estiver com a Ministra de Educação informo-a das suas capacidades profissionais que certamente serão mais proveitosas, como tem tentado demonstrar, para leccionar nas Novas Oportunidades.

  4. Objectivamente... Says:

    Unidos pela dignificação da carreira docente !

    É claro – nunca tinha havido tamanho ataque a um grupo profissional em toida a III República – e ainda por cima pelos seus superiores hierárquicos (Ministra e Secretários). Nunca se mentiu tanto, se insultou tanto e se tentou confundar a opinião pública como durante este triste mandato…

    Contra um sistema de avaliação burocrática e pedagogicamente ineficaz!

    … que impede os professores de trabalhar, tamanha a carga burocrática e de papelada, que dá os resultados pretendidos (o Director escolhe o protegido que quiser para avaliar o docente rebelde e o resultado já está cozinhado previamente). E não é verdade que antes não houvesse avalialção – havia e foi desmantelada ou não regulamenta por Governos de PS. Houve muita gente que teve de fazer duras provas para passar do antigo 7º para o 8º escalão, antes de um governo em que Sócrates era um membro menor ter desmantelado essa prova.

    Queremos ter tempo para ensinar os nossos alunos!

    Eu tenho um horário com 18 horas de aulas semanais e passo, sem contar com as reuniões, mais 10 horas na Escola. Não tenho tempo para preparar convenientemente as aulas, passo o tempo em reuniões estúpidas a ler a legislação, os remendos à legislação e os remendos aos remendos à legislação…
    Só um imbecilóide dizia o que senhor diz: preparar as aulas, preparar as visitas de estudo, fazer e corrigir os testes, ir a acções de formação (que pago do meu bolso), coligir montanhas de papéis estúpidos, fazer objectivos, preparar o plano anual de actividades, fazer as actividades do mesmo, tratar dos papéis da Direcção de Turma, fazer as actividades do meu Clube e dezenas de coisas mais… E queremos ser avaliados, mesmo com este modelo, mas com ele desburocratizado.

    Queremos continuar a ser professores!

    Aqui é mentira – quem pode sai já, mesmo que seja pewnalizado em 40% da reforma, como está a acontecer às centenas por mês. Eu gosto de ser professor, mas logo que possa saio, mesmo que ganhe metade.

    Pela defesa da Escola Pública !

    Sem dúvida e até com prolongamento de horário, aulas de substituição, e muitas outras coisas – desde que a dignidade dos que lá trabalham seja preservada – o que não está a acontecer.

  5. João Duarte Says:

    Desde o dia 21 de Outubro que estou à espera de uma resposta do MFerrer sobre a Fábula ( como ele lhe chama) em que alega que os professores estão TODOS colocados por 3 anos. Acho que expliquei bem a minha situação. Gostaria de ver os novos argumentos do sr. MFerrer
    Gostaria também de perguntar o que achava do facto de o Conselho Executivo daquela escola de Beja se ter demitido, saturado com a violência contra professores (desde há três anos!!!).
    E o facto de , como solução, se propôr a contratação de seguranças privados. Escola Pública, Segurança Privada, pode ser o novo slogan.

  6. Costa Says:

    “mas prometo que quando estiver com a Ministra de Educação informo-a das suas capacidades profissionais que certamente serão mais proveitosas, como tem tentado demonstrar, para leccionar nas Novas Oportunidades.”
    Que medooooooooooooo!

  7. almocreve Says:

    Meu caro anto tretas é interessante ver como comenta comentários meus que censurou previamente. Não tem a coragem para publicar os meus comentários mas depois escreve sobre eles! Ou seja, diz o que muito bem entende mas não deixa que quem por aqui passa e lê o que o anti-tretas escreve, possa ler a outra parte. Atitude mais totalitarista não podia haver.
    Não me espanta isso, o que me espanta é que um pessoa que é totalmente incapaz de argumentar e de confrontar opiniões se arme em defensor da democracia. O seu conceito de democracia é o de um sistema em que todas as opiniões são aceites, desde que estejam de acordo com as suas.
    Finalmente, repito o que já por aqui escrevi: a forma é a única coisa que se pode criticar naquilo que escreve, porque o que escreve não tem conteúdo. E é impossível criticar o que não existe. Tanto é assim que o anti-tretas, se achasse que consegue debater ideias, não fugia ao debate. Quando assume o papel do censor que apenas publica o que lhe interessa e esconde o que desmascara as suas limitações, mais não faz do que agir como aqueles que apenas se impõem pela força. Neste caso pela força da censura. Fica contente por ser o ditadorzinho deste espaço!

    [Percebo que lhe convenha mais bater na forma do que no conteúdo, e como não tem argumentos, é muito fácil dizer que não há conteúdo.
    Só não entendo porque quer confrontar opiniões se eu acho que você não tem lucidez suficiente para ter opinião sobre nada, em virtude de estar condicionado pelo facto de ter perdido as mordomias e o facilitismo como progredia na carreira (só personalizo porque me estou a dirigir a si)
    Tenho a certeza que se este Governo não tivesse tocado na sua quintinha, você não estaria aqui perder seu precioso tempo a rectificar a forma como eu escrevo.
    Por isso meu caro, lamento, mas como o meu tempo também tem preço, não perco tempo a alimentar as suas obsessões umbiguistas.]
    Acho quem está a recorrer às Novas Oportunidades é você! Mas olha que este Blog não está certificado para qualificação profissional [Anti-Tretas]

  8. JP Says:

    Olha o suposto Costa já deu à costa, ou será o suposto Jorge com o nome de Costa? ou então é o Jorge Costa! mas uma coisa é certa, o nome de traste que lhe deu algum protagonismo aqui, é certamente o seu verdadeiro nome!

  9. Zé dos Reis Says:

    Consultando o Diário da República, 2.ª série — N.º 173 — 8 de Setembro de 2008 vemos que são 314 os professores reformados neste D.R.
    A média das reformas é 2.272,04 euros.
    256 professores (82%) teem reformas acima dos 2.000 euros.
    E em 86 casos, 27%, são superiores a 2.500 euros.
    O máximo é uma reforma de 2.914,05 euros.
    Ora como OBJECTIVAMENTE diz (não me passa pela cabeça que um professor minta): “quem pode sai já, mesmo que seja pewnalizado em 40% da reforma, como está a acontecer às centenas por mês. Eu gosto de ser professor, mas logo que possa saio, mesmo que ganhe metade.” há que fazer a tal correcção dos 40%.
    Fazendo as contas, 82% dos reformados a 8 de Setembro ganhavam mais de 3.333 euros por mês. Perderam os tais 40%, ficaram apenas com 2.000 ou mais euros.

    Não digo se é muito ou pouco, cada um julgue por si.

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