A melhor forma de desmontar a mentira que os Professores arranjaram para boicotar o processo de avaliação, é apresentar a verdade!

Vale a pena ler o memorando de entendimento entre o Ministério da Educação e a Plataforma Sindical assinado em 12 de Abril, bem assim como o Decreto Regulamentar n.º 2/2008 para se ver, quem está a mentir e a boicotar a avaliação.

É de salientar as alíneas b) e d) do citado memorando, para se perceber que esta luta só tem o objectivo de retomar o facilitismo e a ausência de uma avaliação credível, anteriormente existente.

b) Aplicação de um procedimento simplificado nas situações em que seja necessária a atribuição de uma classificação por estar em causa a renovação ou a celebração de um novo contrato, ou ainda a progressão na carreira durante o presente ano escolar; (…)

d) Os elementos obrigatórios do procedimento simplificado referido na alínea b) são os seguintes: ficha de auto-avaliação e parâmetros relativos a nível de assiduidade e cumprimento do serviço distribuído; participação em acções de formação contínua, quando obrigatória e desde que existisse oferta financiada nos termos legais.

10 Respostas to “A melhor forma de desmontar a mentira que os Professores arranjaram para boicotar o processo de avaliação, é apresentar a verdade!”

  1. coitadinhos deles Says:

    eu se fosse aluno neste momento, aproveitava esta onda para acabar com a prepotência de alguns professores, relativamente à avaliação dos alunos,
    muitos não sabem ensinar, mas dizem que os alunos é que são os responsáveis por não aprenderem.

  2. C. Oliveira Says:

    Coitadinho e pobre de espírito quem não sabe ler o Memorando de Entendimento (ou não sabe, de todo, ler coisa nenhuma. As transcrições que o sr. aqui faz referem-se à avaliação simplificada e “ilegal” (porque contraria o DR 2/2008) que se fez no final do ano lectivo anterior e apenas para alguns professores contratados e poucos mais em situação especial, Isso não tem nada )mesmo nada= que ver com o que se está a passar neste momento nas escolas portuguesas

  3. anti-tretas Says:

    C.Oliveira

    O que está a acontecer neste momento é com as tretas das pseudo-reuniões estão a tentar boicotar as avaliações, táctica que utilizam sempre que não lhes agrada alguma coisa, como fizeram com as aulas de substituição que puseram alunos a jogar ás cartas.
    O único problema aqui é só de carácter…

  4. Maria Helena Says:

    “Há no país 1200 Agrupamentos de Escolas a que foi atribuída a tarefa – através de regulamento, que materializou o acordo político alcançado na Primavera entre o Ministério da Educação e a frente sindical dos professores – de avaliar os 140 mil professores do País. Oito em cada dez destes agrupamentos dão conta, através da aplicação informática oficial criada para este processo de avaliação, do seu ponto de situação concreto. Nos restantes 20% há hesitações e dificuldades (normais) em arrancar. E numa vintena deles há oposição frontal à concretização de uma medida que rejeitam liminarmente porque há um sector de professores que não quer aceitar o novo estatuto da sua carreira, que introduz a diferenciação efectiva na avaliação do desempenho dos docentes.

    O que está em jogo não é o processo ser excessivamente complexo. Ele pode e está a ser simplificado nas escolas bem geridas, nas quais impera a divisão de tarefas e a boa organização do trabalho. Até porque, nesse aspecto, além d e ser normal que a introdução de um novo modelo tenha dificuldades no arranque e só entre em velocidade de cruzeiro ao fim de algum tempo, o próprio primeiro-ministro, em entrevista ao DN e à TSF, já afirmou que está disposto a avaliar os métodos ao fim deste primeiro ano da sua aplicação, conforme acordado, fazendo os devidos ajustes que se imponham em 2010.

    O que está em jogo é o Governo não abdicar de um processo de avaliação sério dos docentes que na primeira amostra de 16 mil avaliações no ano lectivo passado revelou existirem 7% (1100) de professores cujo desempenho deixava a desejar. Apurar quem se destaca da média, pela excelência ou pela incapacidade, é crucial para um ensino de maior qualidade e exigência em Portugal. E isso é independente do número de manifestantes que não gostam da ideia.”

    Editorial do “DN”

  5. C. Oliveira Says:

    Caro anti-tretas.
    Se acha que são pseudo-reuniões, mais uma vez está mal informado. Com um 1.º ministro “pinóquio”, embora ele hoje já comece a reconhecer que, afinal, havia um modelo de avaliação anterior (antes dizia que nos últimos 30 anos os professores não foram avaliados) e uma ministra mentirosa (que fala de uma realidade que não existe…), o sr embarca no mesmo erro do editorialista do DN de hoje (acima transcrito). A vossa ideia é: “tudo o que o ME diz é verdade; o ME diz que foram avaliados 18 mil professores ( ou foram 20000, como disse Sócrates hoje em coimbra? Ou foram 17000, como diz a Ministra e os seus SE?); logo ´e verdade que nas escolas há pseudo-reuniões; é verdade que a maioria das escolass já está a fazer avaliação; é verdade que os professores são carneironhos mansos e os sindicatos é que os manipulam; enfim! Santa ignorância!

  6. fernando Says:

    Que pena os mais de cem mil professores que se manifestaram não conhecerem os ‘argumentos’ do «anti-tretas»! Com certeza que regressavam logo a casa!!!!!!

  7. Obviamente... Says:

    O anti-tretas é um bocadinho burro e iletrado, não é?

    Os procedimentos simplificados eram só para o ano passado, para os contratados (e pouco mais…) – este ano há entrega de objectivos individuais, reunião com o avaliador, reunião com o órgão de gestão, reunião de reformulação de objectivos com o avaliador, reunião de reformulação de objectivos com o órgão de gestão, reunião de preparação da primeira aula observada, observação da primeira aula, reunião de avaliação da primeira aula, reunião de preparação da segunda aula observada, observação da segunda aula, reunião de avaliação da segunda aula, reunião de preparação da terceira aula observada, observação da terceira aula, reunião de avaliação da terceira aula, reunião de auto-avaliação com o avaliador, reunião de auto-avaliação com o órgão de gestão, entrega do portefólio, reunião de avaliação do portefólio, eventuais reuniões de alteração de avaliações caso o Projecto Educativo ou Plano Anual de Actividades sejam modificados, reunião de discussão de avaliação com o avaliador, reunião de discussão de avaliação com o com o órgão de gestão, reunião da Comissão de Avaliação para validar as avaliações, reunião da Comissão de Avaliação para aceitar as avaliações de Excelente ou Muito Bom, reunião da Comissão de Avaliação para apreciar as reclamações e mais algumas de que me esqueci, ó burro…

  8. Jorge Rios Says:

    A histeria anda à solta.
    Os nossos comissários políticos desdobram-se em insultos para quem com eles discorda. Só lamentam não poder mandar os discordantes para a Sibéria (ou para Guantanamo, quem sabe?…).
    E é a esta gente tão emocionalmente saudável que o País confia os seus membros mais jovens.
    Já sei que sou estúpido, burro, cavalo e outros mimos.
    Só não me chamem, por favor, é professor. Destes, das manifs.

  9. MFerrer Says:

    O O bviamenmte quer-nos fazer de parvos?
    Mas onde é que está escrito isso? desafio-o a mostrar onde e por quem foi idealizada tal sequência de reuniões e de trapalhadas! E os sindicatos assinaram isso em Abril?
    Que fraca opinião vc tem deles e dos milhares de professores que continuam tranquilamente a fazer a avaliação nas suas escolas!
    E que mal vc fica na imagem da agitação que andam por aí a montar com mentiras, boatos, emails, e sms a torto e a direito. Apenas, afinal, só para servir os fins eleitoralistas da chamada oposição. Que papel tão caricaro que escolheram!
    MFerrer

  10. Obviamente... Says:

    Caro Ferrer:

    Os Sindicatos venderam de barato a avaliação burocratizada para este ano em troca da avaliação simplificada de ano passado. As reuniões estão na Lei (Decreto Regulamentar n.º 2/2008) e nas outras que a regulamentam ou a remendam (já há remendos de remendos de decreto regulamentares e há até um que vai sair – se aprovado… – na Lei do Orçamento de 2009!).

    Os Sindicatos venderam os professores (que não estão a dar conta do recado, tamanha é a quantidade reuniões de fichas, de formações estúpidas, de aprovação de papeis, etc) à pala da Lei do Trabalho (a que foi aprovada na generalidade agora na Assembleia) e nada levaram de bom para as Escolas.

    “Que fraca opinião vc tem deles e dos milhares de professores que continuam tranquilamente a fazer a avaliação nas suas escolas!”

    Aconselho-o a não acreditar em tudo o que a máquina de propaganda diz – diga-me só uma escola em que isso aconteça…

    http://www.tagzania.com/paste/tag/resistências?n=1000

    “E que mal vc fica na imagem da agitação que andam por aí a montar com mentiras, boatos, emails, e sms a torto e a direito. ”

    Eu, que digo a verdade e só a verdade, fico mal…?!?

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